quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

COLUNA - Nº 1221 - 08.02.2018 (VA)


 COLUNA DO VICENTE ALENCAR
Nº 1221.
SEXTA-FEIRA
09  DE  FEVEREIRO  DE  2018
FORTALEZA
CEARÁ


ALÔ AMIGOS DA LITERATURA
E DO JORNALISMO  ATENÇÃO!



Nesta quinta-feira às 19 horas na MANSÃO TENDA ÁRABE, Rua João Brígido, 1245, ao lado da Embaixada da Cachaça, o lançamento MANUAL DE REDAÇÃO PROFISSIONAL DA ACADEMIA CEARENSE DE LITERATURA E JORNALISMO.

O Presidente Reginaldo Vasconcelos e o Presidente Emérito Rui Martinho convidam a todos os Sócios Efetivos, os amigos e conhecidos da entidade, para o evento.


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APRECIAÇÃO LITERÁRIA - Manual Sobre Alzheimer - 2ª Edição (VM)


MANUAL DO CUIDADOR DE
PACIENTE COM ALZHEIMER
(A Jeito de Prefácio)
Vianney Mesquita*



Tudo nos entedia quando não estamos bem (J.W. GOETHE).


Está à disposição do consultante brasileiro a quem o assunto interessa o livro intitulado Alzheimer – Reaprender Lições e Conviver, em segunda edição, de autoria da Professora Maria José Rondon Régis Botelho (UECE), editado pela Expressão Gráfica e Editora, de Fortaleza-CE.

Este configura um pequeno vade-mecum do cuidador de portadoras da doença de Azheimer, cujo conhecimento, ainda hoje, permanece meio incógnito, em muitos dos seus aspectos, malgrado haver sido descoberta no primeiro ano do século imediatamente passado.

É um dos modos mais comuns de demência (caduquice-esclerose), doença que progride ao destruir a memória e muitas outras funções cerebrais relevantes, podendo permanecer por anos ou durante toda a vida.

O título desta manifestação patológica decorre do fato de haver sido, de início, descrita em 1901 pelo médico-psiquiatra alemão Alois Alzheimer (Baviera-Al, 14.06.1864; Wroclávia-Po, 12.12.1915), porém até hoje, ainda são descobertos aspectos da doença ainda não revelados, de sorte que, à medida do tempo, mais se recolhem conhecimentos referentes a este mal que atinge milhões de pessoas em todo o Mundo.

O livro relata, clara e concisamente, a convivência, acompanhamento e cuidado em relação ao citado agravo que acometeu o marido da Autora, o professor universitário, acadêmico e engenheiro-geógrafo coestaduano Caio Lóssio Botelho, no transcurso de vários anos. Em tal circunstância, pois, ela estudou, aprendeu e pratica/ensina o modus operandi da atenção ao doente em tal estado, experiência expressa oportunamente no volume sob comentário, agora mais alentado, exatamente em razão de suas novas experiências hauridas no contato diuturno com as manifestações dessa patologia.

Conforme faz questão de chamar a atenção, neste relato-ensaio, Maria José Botelho não se arvora de especialista da Medicina, nem de outras Ciências da Saúde, tampouco tem a veleidade de imprimir estatuto científico profundo ao trabalho relatado.

No trato e familiaridade com os percalços e manifestações desta enfermidade, auferiu, porém, os necessários conhecimentos de cuidadora específica, ora transmitidos àqueles que dedicam a existência a este ofício corajoso e dignificante de minorar o sofrimento de seus doentes, com vistas a lhes aumentar o universo temporal do decurso vital, com a necessária qualidade e sem ter que internar seus entes queridos, no dizer de Clifort Geertz, numa instituição total, configurada, entre outras, no asilo hospitalar ou casa de repouso.

Sem dúvida, são lineamentos preciosos expressos por uma pessoa com profunda vivência nos meandros e obscuridades desse mal, que tanta desdita carreia para as famílias cuidadoras, então privadas da sanidade e normalidade de seus parentes investidos de moléstia tão insidiosa e decerto incurável, até então, a despeito das fulgurações atuais das Ciências da Saúde.

É indene de incerteza o fato de que este livro é um norte verdadeiro e seguro para quem cuida de pessoas acometidas pelo Mal de Alzheimer, nomeadamente as iniciantes, a quem os mitos, inverdades e folclóricas informações a respeito dele constituem falsos guias, levando a uma conduta incorreta, ao contrário do que deve suceder, isto é, os procedimentos hão de ser executados com desvelo e solicitude adequados àquele desditoso paciente.

É recomendável, pois, ouvir a voz da experiência e praticar os ensinamentos judiciosos de quem hauriu destas circunstâncias os mais profundos saberes práticos na terapêutica de cuidado deste cliente especial.

Para cuidadores é aconselhável a adquisição do comentado aide-mémoire, de recomendações, lembretes e associações evocativas acerca dos quefazeres com seus doentes, haja vista as dificuldades e anteparos que a (ainda) obscura injúria mental exterioriza, conforme já adiantado, mesmo com o atual estado d’arte das disciplinas vinculadas à saúde.




TÚNEL DO TEMPO – PUBLICADO HÁ 20 ANOS


REAGE RIO,
 REFORÇA FORTALEZA


Ciro Gomes ficou famoso como o governador que fez um rio, enquanto Leonel Brizola se notabilizou como aquele que destruiu outro – o Rio de Janeiro, cidade que, aliás, nunca teve rio algum. Trocadilho infame que o “Ceará Moleque” vem propalando. Bairrismo de lado, antibrizolismo à parte, fica de tudo uma verdade: desgraçaram a Cidade Maravilhosa.

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Reginaldo Vasconcelos 
JORNAL SCANDALUS - 1996

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

SONETO SUPERREAL - Anarco-Surreal (MC-VM)


 Anarco-surreal
Márcio Catunda – quartetos
Vianney Mesquita – tristicos


Escrever é uma ociosidade atarefada
(J. W. Goethe)


Ermidas marginais do menestrel
Delimitam o mito demencial.
Manejam as anêmonas de mel
Da mente imersa num manancial.



Os manes da memória no mescal,
Os mana’s maneiros de Emanuel.
Meneia a Menade de Menelau
O amém que se ameniza no motel.



De Breton, de Artaud e Apollinaire,
Sem clareza de um Charles Baudelaire
Só quem o lê é  Phillipe Pinel.



Distante do distal de Moliére
E dos setenta livros de Voltaire,
É um Leo aleatório ledo ao léu.







terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

MENSAGEM CULTURAL - Lançamento do Manual de Redação (RV)

LANÇAMENTO DO
MANUAL DE REDAÇÃO
DA ACLJ

COM DICIONÁRIO DE CEARENSÊS



A Academia Cearense de Literatura e Jornalismo lançará o seu Manual de Redação Profissional, na noite desta quinta-feira, na Embaixada da Cachaça, às 20:h.

Em formato de livro de bolso, a obra coletiva, que contou com o apoio cultural da BSPAR, traz uma orientação sobre o melhor uso da gramática e registra alguns dos vícios de linguagem mais recorrentes, e ainda um alentado dicionário de termos e expressões do jargão cearense.

A Embaixada da Cachaça é uma butique de bebidas finas, do confrade Altino Farias, que prestigia o único destilado brasileiro, a exemplo do uísque escocês, da tequila mexicana, do saquê japonês e a da vodca russa, por exemplo.

Localiza-se na Rua João Brígido nº 1245, no Bairro  Joaquim Távora, em Fortaleza, em frente à Procuradoria da República.

No vídeo abaixo, o Presidente da ACLJ, Reginaldo Vasconcelos, transmite uma mensagem aos acadêmicos, aos amigos da entidade, e ao público simpatizante, anunciando o lançamento da obra, e convidando todos ao seu lançamento. Será uma solenidade muito simples, sem exigência de paletó, tampouco da pelerine ritual dos acadêmicos.
   


RESENHA - Observatório (04.02.18)


PROGRAMA OBSERVATÓRIO


A edição deste domingo, 04 de fevereiro, do Programa Observatório, do jornalista Arnaldo Santos, teve como convidado o Dr. Edimar Oliveira Santos, titular da Coordenadoria Especial do Sistema Prisional (COESP), e os juristas Rui Martinho Rodrigues e Clésio OliveiraO tema foi a atual crise da Segurança Pública no Estado do Ceará.  


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segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

POEMA - O Menino e a Pipa (MV)


O MENINO E A PIPA
Martônio Vasconcelos*



Vou falar dos ventos, das monções,
Dizer loas das cousas, dos amigos,
Vou falar do passado e dos antigos
Dizer sobre raias e pipas, coisas vãs!

Passos vesgos de noites, das manhãs,
Fios longos que o tempo desfiou,
Feito em dias, pedaços e em louças
Na certeza perene: não passou...

Foi o tempo – aliás – d’outras melenas,
Que em paz transmudou minha estranha luz,
E as belezas que delas, bem malvadas,
Assim foram gravadas em tons azuis.


Foi assim que na pipa e no papel,
Esticando o papiro qual menino,
Consumindo das cores seus efeitos,
Consegui encontrar – meio sem jeito –
Meu espaço de homem, meu destino!

E, num dia quase sempre igual,
Acordei, na noite, estranhamente,
Com feição de levantar feito gigante
E novamente ir dormir como menino...

E a pipa, sábia e novamente livre,
Perdendo-se nas curvas do mar revolto:
Buscou caminhos que só sabe solto,
E outros tantos que só dela vive.




ARTIGO - O Impossível Acontece (RMR)


O IMPOSSÍVEL ACONTECE
Rui Martinho Rodrigues*



“O impossível acontece” era uma coluna de humor, da antiga revista O Cruzeiro. No mundo real acontecem coisas inimagináveis. Nada a lamentar, salvo quando se trate de tragédia. A matança em nosso país, com destaque para o nosso Estado e a nossa cidade, caso fosse descrita alguns anos atrás, não seria desacreditada. Massacres são praticados na “Oropa, França e Bahia”. Nos EUA tornaram-se frequentes. Até na Noruega já houve chacina. Alguém ou algumas pessoas praticam múltiplos homicídios e se evadem, são mortos pela Polícia ou escolhem a via do suicídio. É difícil evitar tais desatinos.

Outra coisa é despejo de famílias das suas casas pelas facções criminosas. Quem toma uma casa pretende usá-la. Não se evade simplesmente após o crime. É como se o homicida permanecesse no local do assassinato, desafiando as autoridades. Pior ainda quando isso acontece repetidas vezes. É pouco? Tem mais. Quadras inteiras têm sido usurpadas pelos criminosos. Conjuntos habitacionais inteiros estão sob ameaça. Reintegração de posse? Não tenho notícia. Isso é impossível, mas, tragicamente, acontece.

Talvez os proprietários despejados não se sintam protegidos pelas autoridades para voltar às suas residências. Isso explicaria a não restituição do imóvel, atestando igualmente a insegurança na periferia. Mas os novos usuários dos imóveis esbulhados poderiam ser alcançados pela lei. Algum deles já foi pego? Não tenho notícia disso.

A vida é o maior bem jurídico, tutelado pelo Estado com as maiores penalidades aos homicidas. As chacinas são, compreensivelmente, o crime mais chocante. O controle territorial por parte de quem despeja famílias de suas residências – e nelas se instala impunimente – é uma evidência da perda de controle, pelo Estado, do território e da violência. Não é preciso ser hobbesiano para admitir que sem estes dois itens – a proteção à vida e à propriedade – o Leviatã não passa de uma fantasia. Uma quadrinha popular de outrora dizia: “Não tenho medo de homem/ Nem do ronco que ele tem/ Pois besouro também ronca/ Vai-se olhar, não é ninguém”. O falso Leviatã ronca, mas não passa de um besouro.

Chegamos ao ponto da falência completa dos poderes públicos. Milhares de mortes indicam a existência de uma conflagração. A perda de território evidencia que as tropas supostamente a serviço da paz social estão batendo em retirada desordenadamente. Bandido não tem medo de besouro. Os agentes do “besouro” estão intimidados, constrangidos que foram a fazer guerra sem o uso da violência. Tal coisa é uma modalidade de impossível que não acontece.



sábado, 3 de fevereiro de 2018

SONETO DECASSILÁBICO PORTUGUÊS - Lógica da Pena (VM)


LÓGICA DA PENA
Vianney Mesquita*

Sê lento no castigo e rápido no prêmio.
(Públio OVÍDIO Nasão).


Isento de castigo é quem procede
Sob os regramentos sentenciados,
É, justamente, o que não acede
Desacatar intentos demarcados.



Vem da Moral nascente, que não mede
Pressupostos por si equivocados.
E, na ausência da ordem, o que sucede
É o Direito assentar atos regrados.


Se a pessoa, atabalhoadamente,
De tal modo, violar a lei corrente,
Restará bem inserta no escarmento.



Se não prosseguir, contudo, assim,
Continuará incólume, outrossim,
Sem a rija desdita do tormento.




ARTIGO - Incerteza Brasileira (RMR)


INCERTEZA BRASILEIRA
Rui Martinho Rodrigues*



A condenação do Lula em segunda instância, com o agendamento da execução provisória da pena anunciado pelo TRF4, para quando se encerre o feito naquela instância, escancarou uma caixa de Pandora. Escaparam inúmeras incertezas. Resta saber se alguma esperança permaneceu.

A “lei da ficha limpa” veda claramente a candidatura de réus condenados por colegiado de juízes, como é o caso da segunda instância. Jurisprudência do STF abre a possibilidade de execução provisória de sentença penal condenatória, o que significa prisão antes do trânsito em julgado.

Aparentemente não haveria incerteza. O STF, porém, mudou o entendimento sobre a execução provisória de sentença penal em 2009 e novamente em 2016. Agora já se diz que poderá modificar mais uma vez a referida norma jurisprudencial. A vedação ao registro de candidaturas de condenados em tribunais é outro parâmetro que enseja dúvidas, por ser também uma pena restritiva de direitos aplicada antes do trânsito em julgado.

Qual é o problema da execução provisória no processo penal? Argumenta-se, de parte dos defensores da medida, que os processos se arrastam indefinidamente, possibilitando a continuidade delitiva e projetando a imagem de impunidade, prejudicial à ordem pública.

Os críticos da execução penal provisória alegam que a solução para os julgamentos intermináveis deve ser a celeridade processual, não a antecipação da execução da pena. Argumentam, ainda, que a medida contraria a literalidade do texto constitucional, lembrando que a velha e boa Hermenêutica Jurídica, como a de Carlos Maximiliano (1873 – 1960), leciona que a clareza da norma afasta o intérprete. 

Quanto aos limites impostos pela lei da “ficha limpa” (na verdade é a lei da ficha suja), os apoiadores da restrição legal à candidatura dos condenados por tribunais alegam que ela é necessária para proteger a representatividade política maculada pelo abuso do poder econômico dos corruptos e para resguardo dos cofres da “Viúva”.

É deplorável que a Nova Hermenêutica Constitucional transforme o STF numa constituinte permanente, sem nenhum voto, contrariando a literalidade do texto constitucional. É lamentável que processos se arrastem por dezenas de anos sem que os criminosos sejam punidos.

É péssimo que ao invés do povo repudiar os corruptos eles sejam afastados da vida pública pelo Judiciário. Somos contra tudo isso. Mas existe coisa pior. A segurança jurídica é a mãe de todos os direitos e garantias. O cidadão precisa conhecer os critérios dos tribunais. Julgar ao sabor das conveniências de cada processo é o que há de pior.

O STF não tem como escapar do erro. Negar a prisão em segunda instância e desmoralizar a lei da ficha suja poderá levar o próprio Judiciário a ter de julgar se uma eleição tem valor ou se um condenado pode ser presidente, pois Lula será candidato. Não haverá tempo de uma decisão dos processos relativos aos dois aspectos chegarem ao final no STF antes do pleito.

Não podemos ter uma ministra condenada em ação trabalhista, mas poderemos ter um presidente condenado em um ou mais processos penais. Mantendo ou negando a prisão e a candidatura, às vésperas do pleito, haverá casuísmo.



sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

NOTA ACADÊMICA - Manual de Redação Profissional


LANÇAMENTO
DO
MANUAL DE REDAÇÃO
PROFISSIONAL
COM
GLOSSÁRIO DE
EXPRESSÕES CEARENSES



Finalmente será lançada ao público a 1ª Edição do Manual de Redação Profissional da Academia Cearense de Literatura e Jornalismo, em formato de livro de bolso.

O Manual de Redação Profissional se propõe a dirimir as principais dúvidas gramaticais, bem como recomendar os melhores usos e soluções idiomáticas e assim também evidenciar alguns dos principais vícios de linguagem, dentre os mais recorrentes, a serem evitados por jornalistas e escritores.

A noite de autógrafos será em 8 de fevereiro próximo, quinta-feira, e terá lugar na Tenda Árabe, espaço (lounge) especial da ACLJ na Embaixada da Cachaça, casa noturna, bar e butique de bebidas finas, de vocação artística e cultural, situada na Rua João Brígido 1245, defronte a Procuradoria da República, no Bairro Joaquim Távora.



Membros da ACLJ estarão autografando exemplares, que no lançamento poderão ser adquiridos promocionalmente por apenas 10 reais. O preço do livro nas livrarias será de 30 reais.   

A obra foi editada com apoio cultural da marca BSPAR Incorporações, empresa do 10º Membro Benemérito da ACLJ, Beto Studart.

Ela vem ainda com um interessante guia do jargão popular do povo alencarino, indicando os termos que são de uso generalizado, os que predominam no meio rural, os mais antigos e os mais recentes.

Alguns verbetes representam importantes resgates linguísticos, pois já caindo em desuso e já desconhecidos pelas últimas gerações. Também se registram as possíveis explicações etimológicas de muitos dos regionalismos consignados, bem como as inflexões fonéticas dos dois principais sotaques no Estado.

O exemplar de Número Zero do Manual de Redação Profissional, artesanalmente elaborado, foi ritualmente entregue ao Chanceler Edson Queiroz Neto, na noite de sua posse na dignidade de Membro Benemérito da ACLJ, em 31 de agosto de 2017, de forma simbólica, por ser ele o atual Superintendente do Sistema Verdes Mares de Comunicação.

COLUNA - Nº 1216 - 02.02.2018 (VA)


COLUNA DO VICENTE ALENCAR
Nº 1216 - SEXTA-FEIRA
02 de fevereiro de 2018
FORTALEZA
CEARÁ
BRASIL

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Escreva para a coluna:
vicentealencar25@yahoo.com.br

ARTIGO - Açude Castanhão - Uma Falsa Declaração (CB)


AÇUDE CASTANHÃO:
UMA FALSA DECLARAÇÃO
Cássio Borges*


Ouvi, no dia 24 de janeiro último, no Programa TECNOLOGIA, da Rádio AM POVO, patrocinado pelo Sindicato dos Engenheiros do Ceará, apresentado pela jornalista Raquel Gomes, o engenheiro Clésio Jean Saraiva, do DNOCS, dizer para o público ouvinte daquela emissora que “ouviu o engenheiro Cássio Borges, o maior crítico da Barragem do Castanhão, dizer na Assembleia Legislativa do Estado do Ceará que sua construção foi um “bendito erro”.

ACESSE O INTEIRO TEOR DO ARTIGO ACIONANDO O LINK ABAIXO