quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

COLUNA - Nº 1909 - 24.01.2018 (VA)


COLUNA DO VICENTE ALENCAR
Nº 1909 - QUARTA-FEIRA
24 de janeiro de 2018
FORTALEZA
CEARÁ
BRASIL


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terça-feira, 23 de janeiro de 2018

SONETO DECASSILÁBICO PORTUGUÊS - Ventura Subitânea (MC-VM)


VENTURA SUBITÂNEA
Márcio Catunda – quarteto*
Vianney Mesquita – tercetos**



Como é triste ver a felicidade através dos olhos alheios!
(Guilherme Shakespeare).


Um sopro generoso o corpo sente,
No brando alívio que vem comprazer,
Na tepidez que, transitoriamente,
Instila o bálsamo do anoitecer.

A sede alucinante de saber
De frenesi flui na noite fremente.
Refrigério volátil do prazer,
Sombra de nuvem que conforta a mente.



Sereno, venturosamente, adrede,
Minh’alma em pleno regozijo pede
Um bem viver de nobre diretriz.

E Deus, cuja bondade não se mede,
Benevolentemente me concede
Esta mercê de eu prosperar feliz.










RESENHA - Observatório (21.01.18)


PROGRAMA OBSERVATÓRIO


A edição deste domingo, 21 de janeiro, do Programa Observatório, do jornalista Arnaldo Santos, recebeu os juristas Leandro Vasques, Presidente do Conselho Estadual de Segurança Pública;  José Raimundo, Professor e Pesquisador; e Cláudio Justa, Presidente do Conselho Penitenciário.

O tema foi a escalada de violência que assola o Ceará nos últimos anos, a má gestão dos aparelhos repressivos e dos sistema penitenciário no Estado.


O advogado Leandro Vasques pontuou que tão grave é o cenário, no campo da Segurança Pública no Estado, que ele chega a defender uma proposta de intervenção federal, para que o problema seja assumido por especialistas nessa área. 

Abordou-se que, embora em números absolutos os gastos em segurança no atual Governo do Estado possa ter sido mais elevado, seja com a aquisição de viaturas, reforma de delegacias de polícia e ampliação dos efetivos, isso não representou crescimento de investimento per capta, tendo em vista que as necessidades se ampliaram.

Ademais, observou Claudio Justa, que não houve investimentos no sistema prisional, que não tem nenhuma condição de garantir segurança aos custodiados da Justiça. 

Criticou-se ainda a falta de humildade do Governador Camilo Santana e do Secretário de Segurança André Costa em não quererem admitir o fracasso do programa denominado "Pacto Pelo Ceará Pacífico",  que anunciaram no início da gestão, e que o Governo demorou nove meses para começara a implantar, passando agora a transferir a culpa dos números crescentes da criminalidade ao Governo Federal.   

Também se lamentou a insistência do Governo no sentido de que não havia crime organizado no Ceará, e que os que se diziam membros de facções criminosas eram apenas "pirangueiros" blefando. "No Ceará, quem é organizada é a Polícia" – teria asseverado o Secretário de Segurança. Criticou-se ainda o envolvimento da Vice-Governadora Izolda Cela nas ações de Segurança Pública, matéria cujas especificidades ela desconhece inteiramente. 

Inclusive o Prof. José Raimundo narrou que tentou organizar um encontro na Universidade Federal do Ceará para debater o assunto, mas nenhum dos agentes públicos convidados compareceu  – com maior gravidade no caso da Vice-Governadora, que confirmara oficialmente a sua presença. 

Apontou-se ainda o vezo de considerar que toda a criminalidade no Estado tem origem no tráfico de drogas, para fazer entender que os números da mortalidade se devem à guerra entre os traficantes, que teria um função saneadora – quando estes, enquanto se matam, também atacam pessoas inocentes das comunidades em que vivem, que são hostilizadas e coagidas a obedecer aos seus caprichos. 

Os especialista frisaram que a Universidade Federal, que deveria fazer estudos e propor ao Poder Público políticas  alternativas, está apática e omissa, diante do drama social calamitoso que o Estado enfrenta, no campo da Segurança Pública, na Capital e no Interior.

O Observatório, apresentado pelo Jornalista e Sociólogo Arnaldo Santos, titular fundador da ACLJ, vai ao ar todos os domingos, pela TV Fortaleza, canal 6 da Multipay, às 23 horas, com reprises às segundas e sexta-feiras, às 22 horas.

CRÔNICA - A Batalha de Porto Alegre (RMR)


A BATALHA
DE PORTO ALEGRE
Rui Martinho Rodrigues*



Aparecido Fernando de Brinkerhoff Torelly (1895 – 1971), o Barão de Itararé, o primeiro humorista político da imprensa carioca, ridicularizava o resultado do confronto entre rebeldes e legalistas que se posicionaram em Itararé, na divisa entre São Paulo e Paraná. Contingentes numerosos lutariam ali, em 1930.

Seria a maior batalha da América do Sul, segundo se anunciava. Um acordo entre os comandantes garantindo o emprego e as patentes selou a vitória dos rebeldes. A batalha incruenta ganhou o barão autonomeado, na pessoa do jornalista crítico referido.


Porto Alegre, à semelhança de Itararé, segundo se anuncia, será palco de importante batalha no dia vinte e quatro próximo vindouro. Nessa data, militantes importados do Paraguai, Uruguai e Argentina virão reforçar os ativistas nacionais  seguindo o exemplo antigo da importação de índios do Paraguai para reforçar a causa dos seus pares do Paraná; e trazidos do Pará, para ajudar em luta da mesma espécie no Ceará.

O lado antipetista também se mobiliza, desfraldando o verde e amarelo. O confronto se anuncia para depois do fato consumado. Os votos dos desembargadores já estão prontos, a ação judicial não irá terminar na data marcada, seja qual for a decisão da câmara criminal que julgará o ex-presidente Lula no TRF/4. Afinal, ainda cabem muitos recursos.


A mobilização de “efetivos” estrangeiros (mercenários ou devotos?) denota fraqueza do contingente nacional (como terá sido o financiamento disso?). Trata-se de um jogo de aparências, mais evidente do que o de Itararé. O ânimo combativo das partes não há de ir além do que se viu em 2013. A grande batalha dificilmente terá mais do que algumas latas de lixo incendiadas, alguns carros e vitrines danificados, além de alguns disparos de balas de borracha e bombas de gás lacrimogênio  se tanto.

A senadora Gleisi Hoffmann, presidente do PT, disse, com outras palavras, que para prender o ex-presidente será preciso haver cadáveres.

Isso faz lembrar o diálogo do Coronel Chico Heráclito, célebre chefe político do sertão pernambucano, com um fiscal eleitoral:

– O senhor só fará fraude eleitoral passando por cima do meu cadáver – teria dito o fiscal.

– Tu lá tem cadáver! – respondeu o coronel. 

Aplicam-se as mesmas palavras ao discurso da senadora, que ainda não tem cadáver. Está torcendo que apareça um, ou mais. Mas, todavia, parece que tal coisa seja improvável.


domingo, 21 de janeiro de 2018

NOTA JORNALÍSTICA - Almoço com Cláudio e Lúcio


ALMOÇO ANUAL
DOS
SELETOS
COM
CLÁUDIO AGUIAR
E
LÚCIO BRASILEIRO


Há exatamente dez anos o Notário Cláudio Aguiar, titular do 8º Tabelionato de Fortaleza (Cartório Aguiar), organizou um almoço, nos salões panorâmicos de sua residência, em torno do seu amigo Lúcio Brasileiro, um dos mais veteranos jornalistas cearenses.

Lúcio, havia algum tempo, tinha se instalado no Distrito do Cumbuco, no Município de Caucaia, a 30 km de Fortaleza, onde passou a morar e a movimentar um restaurante.

A ideia de Cláudio era reunir alguns eleitos da roda social do jornalista, que se auto-exilara naquele paraíso turístico praiano, fazendo o que os ingleses chamam drop out, em relação ao grande círculo de amizades que ele construíra, principalmente entre os notáveis da sociedade cearense, todos residentes na Capital.

A partir de então se estabeleceu uma tradição, pois o Almoço dos Seletos com Cláudio Aguiar e Lúcio Brasileiro vem se repetindo anualmente nesta última década, já tendo reunido grupos de “cavalheiros” com a mesma afinidade profissional, em petit comité. A cada ano eles selecionam e convidam políticos, ou juristas, ou empresários, ou jornalistas, e assim por diante.


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sábado, 20 de janeiro de 2018

ARTIGO - Acerca d'O Silêncio Visto por Dentro (VM)


ACERCA D’O SILÊNCIO
VISTO POR DENTRO
(A Modo de Prefácio)

Vianney Mesquita*


Mais uma vez, guardo a satisfação de deparar um conjunto de joias em alvos versos, procedente da messe poética da conhecida e muito bem avaliada escritora brasileira, a cearense Neide Azevedo Lopes, acadêmica, poetisa e compositora – de quem sou fã matriculado  que subscreve, dentre outros, O Resvalar do Sonho e Uma Pausa, uma Luz – todos esteados em metro solto e com sedutora estesia.

Em 2010, tomei-me de encantamento com sua Teoria dos Afetos, então enunciando, em manifestação publicada em media massivos e igualmente válida para este ensejo, a ideia de que [...] os efeitos imprimidos nas expressões de musicalidade do seu metro me conduzem a evocar os rafaeis e mechellângelos da Capela Sistina, bem assim a expressão da alma nacional galega, de Rosalía de Castro Murguia (cuja casa, em Padron – A Coruña, Espanha, tive a ventura de conhecer) no seu O Cavaleiro de Botas Azuis [...].

Neste passo, sem pretender subtrair o apéritif dos multíplices consulentes de O Silêncio Visto por Dentro, privando-os de degustar o “primeiro prato”- razão por que não comento, de per se e de caso pensado, nenhum dos poemas deste exemplar - procedo a rápidas glosas atinentes aos aspectos globais do produto sob relação, ao evocar de novo, exempli gratia, [...]o Metal Rosicler, de Cecília Meireles (1960), menos por identidade estilística e mais pelo esplendor vocabular e elevação ideativa, fluência e estro desdobrados, centuplicados a cada elaboração. Nalgumas passagens, Neide denota, ainda, similitude com Gabriela Mistral (Lucila de Maria de el Perpétuo Socorro Godoy Alcayaga), Nobel de Literatura (1945), no seu Ternura, enquanto noutras estâncias aparece, ainda, com a elevação comovente da IV Marquesa de Alorna – Dona Leonor de Almeida Portugal de Lorena e Lencastre.

Sem que seja necessário apontar poemas deste volume, manobre, leitor caríssimo, ab hoc et hab hac, o exercício de colacionar as medidas e inventivas geniais de nossa Autora, neste livro premiado por seu inconcusso alcance literoartístico, o entusiasmo transportante de seu ímpeto como poetisa bem aparelhada, situando suas associações imagéticas em relação aos concertos das mencionadas e paradigmáticas versejadoras, duas das quais estrangeiras, para, na sequência, extrair suas ilações.

Eis as sugestões para o cotejamento alvitrado:

a) Eu não tinha este rosto de hoje
Assim calmo, assim triste, assim magro [...]
Eu não dei por esta mudança
Tão simples, tão rápida, tão fácil. [...]
 Em que espelho ficou perdida a minha face?

(Cecília Meireles – Carioca. 07.11.1901 – 09.11.1964).


b) Senhor! Tu que ensinaste, perdoa que eu ensine;
 Que leve o nome de professora, que Tu levaste sobre a Terra ...

(Gabriela Mistral – Chilena. 07.04.1889 – 01.01.1957.


c) Se me aparto de ti, Deus de bondade,
Que ausência tão cruel!
Que me leva a um abismo tão terrível!
O pendor infeliz da humanidade.

(Marquesa de Alorna – Portuguesa. 31.10.1750 – 11.10.1839.

Não expresso, por conseguinte, de maneira alguma – por tal sobrar impreciso, injusto e não verdadeiro - a noção de que Neide Azevedo Lopes é menor do que elas, pois seu vigor é semelhante, a maneira de tornear é parecida e aplica, com propriedade, graça e perfeição, os recursos figurais recepcionados pela poesia, ornamentando, aliás, desnecessariamente, o fascínio de suas produções, porquanto a ela já sobejou ingênito o veio artístico, sendo, pois, a si imanente o jeito natural de poetizar.

Repito, como se faz com um estribilho, aquilo já expresso noutra ocasião, ao relatar a ideação de que a originalidade e a inspiração multímodas, ínsitas a ela, de formular representações figurais múltiplas, a concertam ao esplendor da Língua Portuguesa, parecendo acercá-la de Flor Bela d’Alma da Conceição Espanca – Florbela Espanca – em Alma da Conceição, Livro das Mágoas Charneca em Flor.

Pincem estas grades poéticas de Florbela, comparem-nas com poemas de O Silêncio Visto por Dentro (extraordinário título!), bem assim de outros trabalhos de sua riquíssima semeadura literária, e notem a similitude, divisem a paridade, lobriguem a igualdade de ideações e glamour composicionais.

Saudades! Sim ... Talvez... E por que não? ...
Se o sonho não foi tão alto e forte,
Que pensara vê-lo até a morte
Deslumbrar-me de luz o coração!
Esquecer? Para quê? Ah, como é vão! ...
(Florbela Espanca).

Magistrais resultam, pois, TODAS as estâncias deste recompensado volume, reconhecido pela justiça literária coestaduana, a qual o indicou como o melhor postulante à láurea, ora diplomado com esta publicação, a qual honra o recheio de obras de boa qualidade no nosso País.

Então, Palma qui meruit ferat – Quem está com a palma que a conduza – eis aplicada aqui a divisa da minha Arcádia Nova Palmaciana.




Para a poetisa, a mancheias, Neide Azevedo Lopes, dedico o soneto decassilábico Português – com dez ictos em cada verso  reproduzido na sequência.


O SILÊNCIO VISTO POR DENTRO

Dos corcéis rememoro seus galopes
E em latinas corridas me concentro;
A Via Ápia da vida, pois, adentro,
Sem manifestar medo dos ciclopes.

Oh tu, cicuta! Por mais que me dopes,
Nem Sócrates, que foi teu epicentro,
Permitirá me faças hipocentro
De unguentos, peçonhas e xaropes.

Na batalha de gládio, então, reentro,
De energia me faço o microcentro,
Luto contigo, desde que me topes.

Ruy Barbosa ideou o adedentro (**)
E eu, no silêncio que é visto por dentro,
Saúdo a Neide Azevedo Lopes.


**Adedentro é vocábulo cunhado pelo intelectual baiano Ruy Caetano Barbosa de Oliveira e significa interiormente – advérbio. Adefora – impende dizer-se – conota, a seu turno, do lado de fora, exteriormente.





sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

POEMA - Como Pássaro Aprendi (TL)


Como pássaro aprendi
Totonho Laprovitera*



Calma a natureza encanta,
em paz o som ilumina e faz
secreta a alma dos animais,
abrigo que a vida encontra

E na sede da eternidade
quem se vê no poço do desejo
tem claro nos olhos o ensejo
do brilho de mais uma saudade

São beijos que marcam o pescoço
como quem de vez o doce fruto
devora da casca ao caroço

E chega a coragem de voar
que vem com o medo de cair,
eis os pássaros a nos ensinar


Ilustra;cão: Totonho Laprovitera - Como pássaro aprendi - 2015 - ASP - 40 x 50 cm.



ARTIGO - Casuísmos Judiciais (RMR)


CASUÍSMOS JUDICIAIS
Rui Martinho Rodrigues*


A nomeação da Deputada Cristiane Brasil foi obstada por um juiz de primeira instância e mantida em segundo grau. O fundamento fático do decreto judicial foi a condenação da deputada em ação trabalhista. A base jurídica apresentada foi a moralidade pública, ferida pela nomeação de uma reclamada vencida na Justiça do Trabalho. A derrota em ação trabalhista passa a ser coisa de pessoa desqualificada. O juiz de primeiro grau se considerou competente para julgar os atos do presidente da República. E a segunda instância convalidou tudo isso.

A Justiça do Trabalho é conhecida pela parcialidade. Mas não é preciso considerar este aspecto para contestar o argumento da desqualificação moral de quem perde uma causa trabalhista. Milhões de brasileiros já passaram por isso, sem perder a idoneidade. Tais ações não consideram “réu” nem “vítima” cada uma das partes, mas simplesmente “reclamante” e “reclamado”. 

Então, o fundamento fático contra a Deputada  não é hilário porque é trágico, pela insegurança jurídica que introduz no Direito Brasileiro. A impugnação do ato em nome da moralidade administrativa, sem amparo fático idôneo, falece de fundamento jurídico.

O princípio da moralidade administrativa, invocado neste caso, desnuda toda a insegurança que resulta da troca da espécie normativa “regra” pela espécie normativa “princípio”. A regra é uma espécie normativa que só têm uma hipótese de incidência. O princípio enseja inúmeras hipóteses de incidência.

É “regra”, por exemplo: “É proibido jogar lixo na rua [preceito primário]; pena: multa de valor X [preceito secundário]”. A multa só incidirá sobre o ato por ela descrito, sem lugar para a subjetividade da autoridade, acarretando uma pena igualmente definida claramente, tipificando o governo das leis, não dos homens que se presumem sábios e virtuosos, herdeiros dos reis filósofos de Platão (428/427 – 348/347).

A mesma proibição, quando expressa por meio da espécie normativa “princípio”, seria assim: “Atentar contra a saúde pública [preceito primário]; pena: multa severa [preceito secundário]”. Deixaria em aberto o que seja “atentar contra a saúde pública” e qual seja o valor da “pena severa”. Estes são exemplos de conceitos indeterminados, também chamados obscuros ou indefinidos.

A indeterminação é parte da pós-modernidade, juntamente com a fluidez dos significados. A vontade de potência gosta disso, pela oportunidade facultada ao arbítrio e à corrupção. Quem não tem força nem voto para impor a sua revolução procura confundir os significados com a “novilíngua” descrita por George Orwell (1903 – 1950). Quem procura confundir tem algo a esconder e quer enganar. Mas democracia é o governo das leis e não dos homens, justamente porque precisa de segurança jurídica. 

Infelizmente constitucionalizaram os princípios, fortalecendo o poder das autoridades e fragilizando a posição dos cidadãos. Os ingênuos, achando que falar em princípio é próprio de elevação moral, deixam-se embair pelo ardil dos totalitários.


quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

COLUNA - Nº 1205 - 18.01.2018 (VA)


COLUNA DO VICENTE ALENCAR
Nº 1205 - QUINTA-FEIRA
18 de janeiro de 2018
FORTALEZA
CEARÁ
BRASIL
  

É lamentável saber que o mosquito AEDES AEGYPTI que infestou o Ceará nos últimos dois anos é também um agente repassador da Febre Amarela Urbana.
Não se apavore, mas é verdade.

Continue combatendo o mosquito AEDES AEGYPTI na sua residência, no seu trabalho e nos demais locais onde você vive. Será melhor para você, sua família e a coletividade.
  

ATENÇÃO! UTILIDADE PÚBLICA

O Ceará foi o recordista nacional em Febre Chikungunya. Dos 185.605 casos no Brasil o Ceará teve 73 por cento, ou seja, 136.273 notificações segundo o Jornal O POVO de ontem, dia 17 de janeiro, em sua página 6.


 AGENDA CULTURAL
  
Dia 22 de Janeiro - Ideal Clube - 2a feira:
Academia Cearense de Médicos Escritores
19:30h  – Palestra do Jornalista Vicente Alencar sobre Suplementos Literários na Imprensa.

Dia 24 de Janeiro - Ideal Clube - 4a feira:
19:30h – Lançamento do livro “Luiz, Mais Luiz
– Centenário de Nascimento de Luiz Carlos Silva”.
Autores:
Marcelo Gurgel e Paulo Gurgel Carlos da Silva.
Apresentação: Vicente Falcão de Moraes.

Dia 19 -  2a feira:
Academia Cearense da Língua Portuguesa
Reunião ordinária
Horário: 15 (quinze) horas.
Local: Academia Cearense de Letras.


NOTICIAS & INFORMAÇÕES

1 - Jornalista Tonico Marreiro eleito Presidente da Academia Canindeense de Letras, Artes e Memória.

2 - As 15:30h de hoje, quinta-feira,  pela Radio Cidade AM 860 (no seu computador, ou no aplicativo do seu celular) o comentário de Vicente Alencar. Versa sobre os acontecimentos atuais no Brasil.

3 - Jornal O Povo lançando nova Diagramação na data de hoje, dentro das comemorações dos seus 90 anos.

4 - Parabéns ao Confrade Paulo César Norões por sua eleição para a Presidência da ACERT - Associação Cearense de Rádio e Televisão.

5 - Agradecemos ao ex-Reitor da UEMA - Universidade do Maranhão a audiência ao nosso Programa Vicente Alencar – Educação, Cultura e Esporte, que vai ao ar de 22 às 23 horas pela Rádio Assunção Cearense AM 620.

6 - Encontra-se em Fortaleza o Advogado Osvaldo Mota, que foi o Primeiro Comandante da Policia Militar do jovem Estado de Tocantins, e por três mandatos Deputado Estadual. Ele é cearense de Campos Sales.


7 - Osvaldo Mota foi levado por seu amigo Poeta e Acadêmico Paulo Ximenes ao “Caderno de Debates” da Academia Cearense de Literatura e Jornalismo, na Tenda Árabe.

8 - Recepcionado pelo Presidente Reginaldo Vasconcelos, Presidente Emérito, Rui Martinho Rodrigues, Secretário-Geral Vicente Alencar e o Segundo-Secretário Adriano Vasconcelos.

9 - O Jornalista Arnaldo Santos passa a integrar o Clube dos Assaltados  que mantive relação de nomes de amigos durante muito tempo neste espaço – ao lado de outros como Antônio de Albuquerque Sousa Filho, Paulo Ximenes, Beatriz Rodrigues, Teresinha Gomes, Ana Luísa Alencar.

10 - O Brasil da insegurança, da falta de Ética e da falta de vergonha continua com a porteira aberta. O nosso país não merece isso! Seus filhos honestos também não.

11 - A Associação de Rádio Ouvintes do Ceará - AOUVIR (Verônica Fontenelle), Associação dos Cronistas Sociais e Carnavalescos do Ceará (Francisco Fêlix) e a Casa de Juvenal Galeno (Antonio Galeno) encerrarão dia 25 as inscrições para o Festival de Músicas Carnavalescas deste ano. Endereço: Rua General Sampaio, 1128.

12 - A União Brasileira de Trovadores - UBT Fortaleza realizará sua primeira reunião do ano no próximo sábado, dia 3 de fevereiro, às 9:30h, na Casa de Juvenal Galeno. Todos os seus membros são convidados.

13 - Será às 9:30h do dia 6 de fevereiro a próxima edição da TERÇA-FEIRA EM PROSA E VERSO. Como sempre no auditório da Academia Cearense de Letras, terminando às 11:30h.

14 - O Coronel Adelson Leite Julião continua dirigindo com acerto e crescimento a Federação Cearense de Basquetebol, difundindo o esporte em vários municípios do interior alencarino;

15 - Lutando contra toda sorte de dificuldades o Sumov Atlético Clube continua sua luta para sobreviver. Sem reclamar e trabalhando na surdina o Cel. Gomes da Silva carrega sua sina. Pergunta-se: Onde andam os colaboradores do esporte?

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