quarta-feira, 16 de setembro de 2026

NOTA JORNALÍSTICA

 DIA LAMENTÁVEL
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NOITE MEMORÁVEL

 

Enquanto imperava no firmamento o astro-rei, que parece se ter retirado envergonhado, finda a tarde, na terça-feira, dia 15, deste mês setembrino do ano dois mil e vinte seis da era cristã, o Brasil assistiu a um espetáculo de horrores dantescos, ocorrido nos intestinos do seu Supremo Tribunal – que não se revelou “supremo” e não se comportou como um lídimo “tribunal”. 

A grande imprensa nacional, que até recentemente incensava o mesmo pretório como justo e impoluto em suas teratológicas decisões, finalmente abriu os olhos (e as narinas) para a podridão moral que está subjacente às togas de “Suas Excelências” os Ministros da Corte Suprema do Judiciário Nacional, a desmerecerem até as iniciais maiúsculas que a melhor gramática recomenda. 

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Mas logo que as estrelas rebrilharam no céu de lua nova, sobre o jardim da Tenda Árabe, da Academia Cearense de Literatura e Jornalismo (ACLJ), um concílio de espíritos luminosos produziu uma magnífica noitada de literatura e poesia, de musicalidade e de memória, no mais alto nível de intelectualidade e de afetiva convivência, que compensou o opróbrio nacional daquela manhã e daquela tarde de tristeza.

 

Presentes à reunião o Prof. Doutor Rui Martinho Rodrigues, Presidente Emérito da ACLJ, e Reginaldo Vasconcelos, atual Presidente do mesmo ateneu.

Com eles os Membros Titulares César Barreto, Adriano Jorge, George Tabatinga, Sávio Queiroz Costa e Roberto Bomfim, todos integrantes da Arcádia Alencarina. 

Como convidados, o palestrante Edmilson Sanches (indicado na imagem por uma providencial réstia de luz), que é um dos grandes intelectuais do Maranhão contemporâneo, e Noaci Teixeira, experto em TI e em IA, o qual colabora com a ACLJ na aplicação da ciência que domina, aqui acompanhado de sua consorte, a antropóloga Tânia Vasconcelos.


     


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