sábado, 12 de março de 2022

CINEMA - Afinal, Qual É o Melhor Batman?

 Afinal,
qual é o melhor Batman?
João Pedro Gurgel*

 

 

A dúvida é atual e pertinente. O filme de Matt Reeves chegou. Trouxe Robert Pattinson vivendo o icônico personagem, que já soma quase um século encantando gerações de fãs. Diante de tantas releituras, uma dúvida se sobreleva: afinal, quem foi o melhor a dar vida ao homem-morcego?

 

A questão demanda um parâmetro. Se analisarmos em termos de bilheteria, a trilogia de Christopher Nolan alçou uma das maiores da história do cinema. O atual “The Batman” já soma a 2ª maior bilheteria desde o início da pandemia. Contudo, se considerarmos apenas números e vendas, corremos o risco de cometer graves injustiças quanto aos bravos atores que antecederam a mídia e o aparato tecnológico de que dispomos hoje.


 

A pergunta volta a não ter resposta, cabendo então ser reformulada. Repensada. Para questionar: o que faz de Batman, Batman? O que há de especial na história de um homem fantasiado que busca justiça?

 

Ora, Batman não tem poderes. Não solta lasers. Não voa. Mesmo dispondo da criatividade e possibilidades dos roteiristas em quadrinhos, Batman nunca deixou de ser um homem. Finito. Limitado. Quebrantável. Mas, mesmo assim, nunca deixou de ser um herói aos nossos olhos.

 

Isso porque o que talvez faça de Batman, Batman, não seja a luta, as roupas ou os recursos. É a virtude. A luta por justiça. A irresignação de perder para o mal. A habilidade de dia e noite fazer o que acredita, independente das sombras que o rodeiam.

 

Tudo isso me leva a crer que o mundo está cheio de “Batmans”. Não nos faltam exemplos de pessoas que devotam a vida a uma causa, de forma a se tornarem símbolos de suas lutas. Seja o combate às desigualdades sociais. A luta pelo meio ambiente. Por mais solidariedade. Enfim. Todas estas e muitas outras lutas prescindem de recursos e capas, e aproximam cada um de seus atores, do que é ser um herói.

 

O melhor Batman, afinal, não precisa ser o do cinema. Ele (ou ela, a Batwomen) pode estar na sua cidade. Na sua rua. E até mesmo na sua casa. Enfim. O melhor Batman pode estar até dentro de você mesmo. E não espere “batsinal” para cumprir o seu chamado.


quinta-feira, 10 de março de 2022

Soneto Decassilábico Português (VM)

 BETO STUDART

Doutor Honoris Causa da Universidade Federal do Ceará

Vianney Mesquita*

  

Não é grande quem nasce em berço de ouro. Grande é quem dele se faz digno. (MANUEL CAÑETE. Jornalista, escritor, crítico de Literatura e poeta. Sevilha, 6.8.1822; Madrid, 4.11.1891


A UFC, por seu Colegiado,
Em recente deciso glorioso,
Impôs na História um feito alteado
A engrandecer o seu transato honroso.
 
Um empresário completo, operoso,
Padrão de pessoa, aparelhado
De bens humanos, obsequioso,
Foi, com presteza, dignificado.
 
De Cândido Albuquerque, o seu Reitor,
A magna sugestão, superior,
Mais júbilo exibir não poderia.
 
E eis que esse Modelo é portador,
Dignitário do grau de Doutor
Honoris Causa
dessa Academia.


terça-feira, 8 de março de 2022

POEMA - À Mulher (PN)

 À  MULHER
(simplesmente, mulher, hoje e sempre)

Pierre Nadie*

Criei-te livre, para ser, para amar

 

Espalha tua liberdade
No perfume do amor,
Divina imagem do Criador
 
Nasceste
Do que era nascido
Para dignidade consagrar
 
Mulher,
És alforria
da humanidade
 
Joga fora
todos os grilhões
Tens poder
 
Não te diminuas
És grande,
Por natureza
 
Não te envaideças
Firmeza não é orgulho
Amor não é prazer
 
Não és uma peça
Que te respeitem
Confins da humana raça
 
Mulher,
Não és uma rosa
És  jardim.

CRÔNICA - O Marinheiro e o Oceano (RV)

O MARINHEIRO E O OCEANO
Reginaldo Vasconcelos*



A visão que tenho da mulher, na minha ótica masculina, tem evoluído no tempo, desde que me entendi como pessoa. Nascido e criado durante o ocaso do obscurantismo milenar – segunda metade do Século XX – experimentei a grande transição cultural que promoveu a igualdade essencial do ser humano.

Mas ainda conheci a mulher encastelada no status de ser especial, sujeita a estritos deveres morais, quando distinguida pelo destino para ser esposa ou freira, ou relegada à condição de pária social, se destinada a suprir os instintos poligâmicos da espécie, neste caso, impiedosamente rotulada de “mulher desonesta.

Para o menino que fui não havia distinção: filho de uma mãe recatada, vivendo numa prole sem irmãs, a mulher, para mim, toda ela, era sempre um ente fabuloso, magnífico, intangível. Fossem as professoras, as domésticas, as meninas da vizinhança, todas eram objeto da minha adoração apaixonada. E principalmente as prostitutas, quando a elas tive acesso, na transição da puberdade, causavam-se uma pletora de ternura e encantamento. Éramos como o observador e a montanha verdejante.

Depois, na aurora boreal dos hormônios, sob a virilidade solar da juventude, a essa condição de ser etéreo  e  angelical  da  mulher  – da qual jamais a demiti – somei a de fetiche sensual, fonte aparentemente inesgotável de carinho e de prazer. Galgaram, então, as moças, no meu conceito, o altar votivo do mais enlevado culto erótico, sem perderem a sua deidade, sempre alvo do maior respeito e de grande reverência. Era então o observador na montanha dominando o vale fértil.

Hoje, além de semideusa da estética superior do Universo, na sublimidade intrínseca de sua condição ontológica, e de insuperável objeto tátil e lúdico de deleite, a mulher assume ante os meus olhos a função suprema de companheira imprescindível, alicerce indispensável da estrutura masculina, arcabouço e argamassa do edifício da família.

A mulher se me afigura hoje o complemento essencial do macho, que sem ela não existe como tal, porque sem ela se vai delir moralmente como qualquer criança solitária, perdida no caos da orfandade. 

Na maturidade concluo enfim que tenho vivido em função da mulher, a princípio cativo de seus encantos  como o zangão em torno da abelha rainha  hoje servo absoluto de sua majestade, sempre a serviço de sua nobre alma, em troca de um simples olhar seu de aprovação, ou de um sorriso, ou de um gesto de confiança, ou de um suspiro de prazer que me conceda. Somos agora como o marinheiro e o oceano.

NOTA: Escrito e publicado originalmente no dia 08.03.2005 Dia Internacional da Mulher.



Crônica dedicada a Dona Estefânia, a Dona Tatá e a Dona Jaci (todas elas in memoriam). 

À Graça, à Fana, à Thiena, à Júlia e à Iva. 

À Vólia e à Jô. 

À Dona Célia, à Ana Paula e à Ana Sophia. Na pessoa delas, a todas as mulheres do Universo.


POEMA - Para as Mulheres (TL)

 PARA AS MULHERES
Totonho Laprovitera*


 

Do barro Deus criou o homem. Da costela do homem Deus criou a mulher...
 
Admirável é a ciência da vida...
Quando Deus, da costela devida,
do homem criou sua parte na medida,
a mulher, a mordida do amor
Da ambição da maçã, a natureza do povo,
o despertar da manhã evocando o novo:
Da arquitetura sutil da casca do ovo
ao sábio repente do cantador
 
E nos céus os astros cintilantes,
lapidados, diamantes brilhantes,
pelos mares guiam navegantes,
viajantes, errantes do sertão
que ao longo fôlego de imensa epopeia,
na inspiração para tamanha odisseia,
anunciam ao clarão da ideia:
Mulher é estrela, mulher é constelação!

 

(Dizem que no paraíso Eva não experimentou a solidão, e na humildade da força da emoção, e no amor, foi a costela que protegeu seu próprio espírito).


domingo, 6 de março de 2022

NOTA ACADÊMICA - Reunião Presencial da ACLJ

 REUNIÃO PRESENCIAL
DA ACLJ
(Com participações virtuais)



Seis acadêmicos da ACLJ, e um convidado especial, se reuniram na Tenda Árabe neste sábado, dia 05, entre as 12 e as 14 horas, para debater a pauta da próxima Assembleia Geral Aniversária, prevista para 04 de maio vindouro, bem como para recreação e congraçamento.

 



Compareceram fisicamente o Presidente Emérito Rui Martinho Rodrigues, o Secretário-Geral Vicente Alencar, o Segundo-Secretário Adriano Vasconcelos, o Primeiro-Secretário Altino Farias, o Membro Titular  Humberto Ellery, o Presidente Reginaldo Vasconcelos. 

O Prof. José Albuquerque Costa, Presidente da Comissão de Mentores de Startups das Faculdades Estácio e Uninassau, em Fortaleza, fez uma longa explanação do seu trabalho com jovens talentos e com investidores em seus projetos criativos, atividade que a ACLJ vai passar acompanhar e com a qual colaborar. 

Após servido o strogonoff, entraram na reunião, virtualmente, os confrades Wagner Coelho, da Cidade do Rio de Janeiro, Stênio Pimentel, de Maricá, no Estado do Rio, José Augusto Bezerra, em trânsito por Fortaleza. 

Compareceram fisicamente o Presidente Emérito Rui Martinho Rodrigues, o Secretário-Geral Vicente Alencar, o Segundo-Secretário Adriano Vasconcelos, o Primeiro-Secretário Altino Farias, o Membro Titular  Humberto Ellery, o Presidente Reginaldo Vasconcelos. 

O Prof. José Albuquerque Costa, Presidente da Comissão de Mentores de Startups das Faculdades Estácio e Uninassau, em Fortaleza, fez uma longa explanação do seu trabalho com jovens talentos e com investidores em seus projetos criativos, atividade que a ACLJ vai passar acompanhar e com a qual colaborar.  

Após servido o strogonoff, entraram na reunião, virtualmente, os confrades Wagner Coelho, da Cidade do Rio de Janeiro, Stênio Pimentel, de Maricá, no Estado do Rio, José Augusto Bezerra, em trânsito por Fortaleza.

Compareceram ainda o Membro Correspondente Dmitry Sidorenko e sua filha, a graciosa infanta Anfisa Dimitrova Sidorenko, de São-Petersburgo, na Rússia. Dmitry atualizou informações de que o povo russo, até esta data, ainda não está percebendo os efeitos do bloqueio econômico imposto ao país pelos EUA e pela União Europeia, e que os protestos contra a operação militar na Ucrânia são realizados exclusivamente por grupos de estudantes. 

quarta-feira, 2 de março de 2022

CRÔNICA - Ilusivo Agamenon (TL)

 



ARTIGO - A Hipertrofia da Política (RMR)

 A HIPERTROFIA
DA POLÍTICA
Rui Martinho Rodrigues*

 

Arno Dal Ri Júnior (1974 – vivo), em “O Estado e Seus Inimigos”, discorre sobre a criminalização de condutas e sentimentos políticos, tipos penais abertos e direito de defesa do réu nos crimes contra o Estado. Na Grécia Antiga tais crimes tinham caráter religioso, ofendiam divindades sob a graça das quais os monarcas se encontravam. Autores renomados consideram a lei penal ateniense e a espartana sem conotação religiosa, mas o sujeito passivo dos crimes contra o Estado era o seu respectivo orago. 

O sentido político de tal norma aparece nos escritos de Platão (428 a.C.– 348 a.C.), “A República” e “As Leis”, classificando os que tentam submeter a polis a uma facção política como inimigos do Estado. O Direito Romano situava o crime de lesa-majestade próximo de sacrilégio, pelo status divino dos imperadores. Na Idade Média o sentido religioso de tais crimes era ligado ao direito divino dos reis. 

Na Antiguidade os crimes lesa-majestade eram constituídos por ataques ao rei; falsificação de moeda; críticas aos governantes; sentimentos contrários ao Estado ou ao monarca. Era retributivo e utilitário, já que pretendia atemorizar com penas crudelíssimas (prevenção primária, voltada para quem não delinquiu). As penas alcançavam as famílias do condenado com confisco de bens. 

A modernidade focou na prevenção secundária (recuperação do agente), era utilitária, enfatizou o direito de defesa, criticou a lei vaga e indeterminada como ameaça à segurança jurídica (Cesare Beccaria, 1738 – 1794; Claude A. Helvétius, 1715 – 1771). Denunciou o absolutismo de Henrique VIII e a dureza de Richelieu (1585 – 1642). Montesquieu (1689 – 1755) criticou a criminalização de pensamento e da intenção.


A Revolução Francesa prometeu igualdade, liberdade e fraternidade. Jean-Paul Marat (1743 – 1793), antes de chegar ao poder, defendeu a função social da propriedade e a vitimização do transgressor, dizendo que quem só recebe da sociedade desvantagens não deve se submeter às leis (citado por Arno Dal Ri Júnior). Marat era um influente jurista da Revolução e veio a ser um dos nomes principais do terror jacobino, quando chegou ao poder. 

Aqueles que invocavam direitos do homem, liberdade, igualdade e fraternidade refizeram, sob novos argumentos, tipos penais que antes combatiam: segurança do Estado, segundo Dal Ri, na obra “O Estado e Seus Inimigos”, até “incivismo” e “condutas antirrevolucionárias” foram tipificadas como crime. “Foi criado o Comitê de Vigilância Geral (...) com o fim de reprimir crimes políticos; prisão sem processo; polícia política”(p.185); Tribunal Criminal Extraordinário (...) composto por juízes nomeados pela Convenção, (...) um apêndice do poder político” (p. 187); e a lei dos suspeitos criminalizavam “os que não tiveram parte ativa no que interessava a revolução”; os indiferentes [crime de sentimento, atual “crime de ódio”]; “os que nada fizeram contra a liberdade, mas nada fizeram por ela” (...); que “falam com má vontade das autoridades” [delito de opinião, de crítica às autoridades]; “os que não demonstrarem constantemente ter aderido à revolução” [crime de consciência] e os “condenados por delito, ainda que tenham cumprido a pena”. 

Comitês revolucionários faziam listas de suspeitos. “A presunção de inocência foi substituída pela presunção de culpa”. O republicano “não fica limitado pelas leis da República [interpretação conforme?] (...). Devem se desfazer as ligações individuais (...). A voz do sangue se cala diante da voz da pátria. (...). [É] dever dos filhos denunciar seus pais...” (Dal Ri, p. 192 – 194). A hipertrofia da política corrompe a Justiça. 

Transfiguração dos agentes políticos e ressignificação de conceitos em “A Revolução dos Bichos”, de Georg Orwell (Eric Arthur Blair, 1903 – 1950), descreve a transformação de libertários em liberticidas. “A Nova Classe”, de Milovan Djlas (1911 – 1995), mostra isso no regime de Tito, na Iugoslávia. “Eros e Civilização”, de Herbert Marcuse (1898 – 1979) conclui que as revoluções falham, são traídas e geram mais repressão. 

O reinado jacobino do terror não foi desvio individual dos revolucionários. É da dinâmica dos movimentos que desclassificam eleitores como gado, de quem se presume sábio, mas sempre fracassa.

COLUNA VICENTE ALENCAR - 1º de Março de 2022 - Ed. 3039

 VICENTE ALENCAR
TERÇA-FEIRA,
01 DE MARÇO DE 2022
EDIÇÃO Nº 3039

 

FORTALEZA - Aqui o Aeroporto Internacional PINTO MARTINS, atualmente arrendado a uma Empresa alemã, que retirou do portal de entrada o nome do grade aviador cearense. 

CEARÁ - Estado de maior produção de Artesanato do país. 

NORDESTE - Dia  a dia melhorando a transposição das águas do Rio São Francisco, com inauguração do Presidente Jair Bolsonaro, em Jati, no Ceará. 

BRASIL - Pátria do Evangelho, Celeiro do Mundo.

 

UM LIVRO DESTACANDO LAMPIÃO

Editado pela Imeph, uma Casa de Cultura aqui de nossa terra, circula desde 2015 o livro “Lampião - Rei do Cangaço”, de um dos grandes nomes da poesia em nosso país, ou seja, o cearense Geraldo Amancio (Geraldo Amancio Pereira), Membro Titular da ACLJ, que nasceu no Sítio Malhada de Areia, no velho e querido município de Cedro – terra sempre elogiada pelo Escritor Francisco Clementino Tizin também natural de lá – onde trabalhou na roça até os 17 anos.

 

Depois, sentindo que a poesia e a viola estavam no seu sangue, resolveu ser poeta-cantor, levando sua voz e seu recado ao mundo encantado da cultura, que tanto pode ser popular ou de gabinete. Mostra a força da alma, do sangue, da inteligência e do bem-querer. 

Geraldo Amancio já superou meio século de cantoria, ganhando festivais e concursos dos mais diversos, pelas suas contas, mais de 150. 

Sua paixão pela poesia fez com que “despejasse” para o mundo os livros “A Trova de Cada Dia” (Editora Prêmius), A História de Antônio Conselheiro (Editora Imepho, além de duas antologias sobre cantoria, em parceria com o saudoso jornalista, poeta e escritor Vanderley Pereira. 

Cordéis de sua autoria têm muitos espalhados por aí, graças à inúmeras publicações. No tocante a CDs, tem 15 gravados. Palestrante, falando bem de sua terra, já falou em diversos Estados do Brasil e na Universidade de Coimbra, quando os portugueses ficaram engalanados com seu conhecimento. 

É sempre presença nos programas do  gênero que são apresentados na TV. 

É também um dos nomes mais festejados da Academia Cearense de Literatura e Jornalismo (ACLJ), presidida pelo jornalista e advogado Reginaldo Vasconcelos. 

Nesse livro Lampião - Rei do Cangaço, todo em versos, Geraldo Amancio mostra toda a diversidade do Nordeste e o registro de uma era ainda hoje discutida e empolgante, mesmo sendo passados quase 80 anos da morte de Virgulino Ferreira da Silva, o famoso Lampião. 

O prefácio do livro é de um dos maiores estudiosos do assunto e da Cultura do Nordeste, o Escritor e Advogado Paulo Quezado. 

A apresentação é do Poeta Rouxinol do Rinaré, nome respeitado em todo o Nordeste, membro da Academia Brasileira de Cordel, outro estudioso, no que diz respeito a época do Cangaço. 

Como não poderia faltar uma bela ilustração, foi convidado, e realizou o trabalho com maestria, o artista plástico e músico nordestino Vinícius Aurélio Borges Teixeira, conhecido por “Kazane”. Nascido em Sousa, na querida Paraíba, e radicado em Fortaleza, há muito Kazane  é  um dos artistas ilustradores que muito colaboram com a Editora Imeph e com o Ceará. 

Pintor de grandes méritos, tendo influência barroca, também é músico, integrando banda de prestígio. 

Entre os trabalhos seus, já realizados na área da ilustração, destacamos alguns: O Preço da Liberdade, Zumbi dos Palmares, Poesia em Cena, O Nordeste nas Canções de Luiz Gonzaga e A Nobreza das Ruas de Recife. 

RÁDIO GUARANI DE FORTALEZA, 24 horas no ar através da Internet. Para ouvi-la no computador, celular ou no tablete, faça a consulta ao Google, colocando este endereço: [webradioguaranidefortaleza.com.br]. Direção Artística de Gualber Calado, com Supervisão de Vicente Alencar.

 

LEIA E PRESTIGIE OS AUTORES BRASILEIROS: 

1 - DOLENTES

     Livro do cearense Lívio Barreto, que nasceu na Cidade de Granja. 

2 - UMA LENDA FANTÁSTICA

     Livro infantil de Ana Maria do Nascimento, Escritora  cearense nascida em Aracoiaba. 

3 - HISTÓRIA DA CARDIOLOGIA CEARENSE

     Livro dos Médicos-Escritores Gentil Barreira de Aguiar Filho e José Maria Bonfim de Morais. 

4 - QUANDO OS IPÊS FLORESCEM...

     Livro da escritora cearense Gracinda Calado Barros, nascida em Baturité. 

5 - ESPELHO DE CRISTAL

     Livro do poeta cearense Wilson Fernandes, que foi um dos grandes colaboradores da Universidade Federal do Ceará.

 6 - ESTADO, CONSTITUIÇÃO E INSTITUIÇÕES POLÍTICAS

     Livro do professor e escritor cearense Filomeno Moraes. 

7 - CATEDRAIS DE AREIA,

      Livro do escritor cearense Zé Alencar (Francisco José Alencar) nascido na Cidade de Piquet Carneiro. 

8 - RETALHOS DE UMA VIDA

     Livro do escritor cearense Joaquim Parente, nascido em Camocim. Membro da Alamece e da Academia   Camocinense de Ciências, Artes e Letras  (Accal).

9 - ANTOLOGIA TERRA DA LUZ

      Livro da Editora Diário do Nordeste, Coordenado pelo  Professor Carlos D'Alge, publicado em 1998. 

10- REDONDILHAS

      Livro do cearense José Albano (1882-1923) editado em 1912.

 

SAUDADES

Se ainda estivessem conosco seriam cumprimentados hoje pelo aniversário, o Professor Magdaleno Girão Barroso e o Jornalista Luis Celso de Oliveira, que foi Presidente da Aceji. 

PARABÉNS!

Aniversariando hoje os Jornalistas Luís Solon e Lúcia Galvão.