A LEI SOU EU!
Humberto Ellery*
“L’État c’est moi”
(Luís XIV – Y
Saint-Germain-en-Laye, 1638 – †
Versalhes,1715)

Atropelar
as leis a seu bel-prazer não é estranho na vida pregressa de Dilma, é mais
corriqueiro do que deveria, mas daí a considerar “Herói da Pátria” um político
com uma biografia tão polêmica (para dizer o mínimo, e ser respeitoso com o
defunto: de mortuis nihil nisi bonum), aí é “meio muito”, é "um pouco demais".
O
tal herói nunca explicou direito porque Fidel Castro o chamava de “ratón”,
ou “ratoncito”, nem o que fez com os
milhões de dólares que o tirano lhe enviou para fazer “La Revolucion Brasileña”.
O
Rio de Janeiro até hoje sofre com os traficantes aterrorizando a Cidade
Maravilhosa, fortalecidos que foram pela desastrosa política de Brizola, quando
governou o Estado (em duas oportunidades) : “A polícia não sobe o morro!”.


Bebeto
Ellery, O Indignado.
NOTA
DO EDITOR:
A
indignação do articulista é compreensível, e a sua manifestação é legítima
expressão da cidadania. Todavia, vale sempre lembrar que na democracia a caneta
do poder muda de mãos regularmente.
Sua
tinta é indelével perante a memória histórica, mas ela escreve sobre o palimpsesto
jurídico, que se pode sempre raspar e reescrever, ab-rogando e revertendo, no
futuro, os absurdos cometidos, quando melhor se fizer luz.
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