MORRE
ARI CUNHA

Filho
de Eva e Raimundo Gomes de Pontes Cunha, José de Arimathéa Gomes Cunha
nasceu em 22 de julho de 1927, na cidade cearense de Mondubim. Ele descobriu
ainda criança a habilidade para a escrita e a para a notícia. Aos 16 anos, em
1944, foi contratado como revisor da Gazeta de Notícias, de Fortaleza, e,
depois, trabalhou no jornal Estado.
A
bordo de um navio, deixou a Região Nordeste em 1948 em direção ao Rio de
Janeiro, onde começou carreira no Bureau Interestadual de Imprensa e no
International News Service.
Matéria
da edição de hoje (31.07.18) do jornal
Correio Brasiliense, enviado por Wilson Ibiapina.

Em 2006, Ari Cunha foi homenageado com o Troféu Sereia de Ouro, do Sistema Verdes Mares de
Comunicação, prêmio instituído pelo Chanceler Edson Queiroz para distinguir os cearenses que se destacam em todas as áreas.
O evento anual de outorga da Sereia de Ouro é hoje capitaneado
pelo Chanceler Edson Queiroz Neto, que é Membro Benemérito da ACLJ.
MORREU
O HOMEM
DAS
ÁRVORES INTOCADAS
Em
1957, Assis Chateaubriand mandou para Brasília um jovem jornalista dos Diários
Associados no Rio com a missão de chefiar a equipe que ergueria a sede do
Correio Braziliense.
Ari
Cunha assim fez. Preservou o máximo que pôde as árvores esturricadas do cerrado
goiano no lote do futuro Setor de Indústrias Gráficas em que pontificaria o
Correio. Foi o primeiro ecologista de Brasília.
O primeiro exemplar do jornal rodou no dia da
inauguração da Capital. Uma epopeia igual a dos construtores pioneiros, pois
acompanhou exatamente os 3 anos dados por JK para que o sonho se realizasse.
O Ari morreu com suas árvores intocadas. Ainda
estão lá. E lá estarão sempre.
Leonardo
Mota Neto
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