DESTAQUES CEARENSES

DESTAQUES

CEARENSES

Edição

2020

Alexandre Sales

Troféu Empreendedores

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Igor Queiroz Barroso

Troféu Benemerência

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Cabeto Martins Rodrigues

Troféu Prasino Angelos

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PALAVRA DO ANO

EM 2020

“PANDEMIA”

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SENTIMENTO

MAIS DEMANDADO

EM 2020

“RESILIÊNCIA”

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quinta-feira, 29 de novembro de 2018

NOTA ACADÊMICA - Reunião na Tenda Árabe - Momento Cultural na Embaixada

REUNIÃO 
NA 
 TENDA ÁRABE


Na noite da última terça-feira (20.11.18) reuniram-se na Tenda Árabe os acadêmicos Adriano Jorge, Altino Farias, Paulo Ximenes, Rui Martinho Rodrigues, Arnaldo Santos e Reginaldo Vasconcelos.



A experiência gastronômica desta vez foi da mesa nordestina, vatapá de camarão com paçoca de pilão, à base de carne de sol gorda, cebola roxa e manteiga de garrafa. 



O  prato pertence ao repertório da cozinha regional da família do Presidente Reginaldo Vasconcelos, transmitido às gerações atuais  pela saudosa matriarca.  Seguiu-se à reunião a sessão leitura de poesia e de prosa poética, o “Momento Cultural da Embaixada da Cachaça”.



Esta prática artística e performática nasceu em Chicago, na Green Mill Tavern, em meados dos anos 80, por inciativa do escritor Marc Kelly Smith, disseminando-se por todo o país e depois pela Europa, e por outras partes do mundo. A palavra Slam refere a poesia produzida para ser lida em público.


Roberto Paiva, cliente da casa, sempre presente entre os leitores, abriu a sessão de leituras, seguido por  Sérgio Simonetti, que declamou poesias sertanejas, dos trovadores de sua cidade de Assu, no Rio Grande do Norte, terra de grande produção poética.









Vicente Alencar disse um de seus poemas, e Paulo Ximenes também apresentou um texto próprio.

Romeu Duarte prestou uma homenagem ao poeta Luciano Maia, da Academia Cearense de Letras e da Academia Cearense de Literatura e Jornalismo, lendo um poema de sua lavra, e depois algumas peças de Dejoses, de quem declamou três curtos versos. (Vídeo abaixo)



Reginaldo Vasconcelos leu uma crônica de seu livro O Passado Não Passa, intitulada Rachel Vive, escrita quando do falecimento da grande escritora e jornalista, em 2003. 

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