A CAUSA DAS
“JORNADAS
DE JUNHO ”
FINALMENTE
REVELADA


A partir desse pretexto, passeatas enormes se formaram em todo o
País, manifestando revolta real sobre fatos obscuros, exibindo clara
insatisfação com as mais várias circunstâncias ou com toda a conjuntura
nacional. A princípio de forma ordeira, depois degringolando para a baderna, o
vandalismo, a violência, o quebra-quebra.

Naquele processo de impeachment,
e neste período de mandato tampão, magistrados supremos, falsos paladinos da justiça, empresários portentosos, políticos até então impolutos no conceito
popular, apareceram nus de dignidade, despidos de espírito público, vestidos de parcialidade fisiológica, alguns em listras de presidiários, rotos e
esfarrapados agentes do mais devasso “mundo cão”.
Finalmente, nestas eleições gerais de outubro, vieram a furo e se
revelaram as razões das “jornadas de junho”, agora e somente agora, com a vitória
de Jair Bolsonaro e a derrota dos “bezerros de ouro” da política nacional.
Venceu a causa tácita das tais jornadas: o fim da velha política, a morte do sistema
arcaico, em prol da real vontade do povo, diretamente manifestada pelas redes
sociais.
De nada adiantaram o derrame de verbas públicas, as manobras
espúrias, os conchavos por espaço desigual de propaganda na mídia eletrônica tradicional,
a facada no candidato, as fake news, as
ameaças, as tentativas de captação de sufrágio por meio de promessas demagógicas.
Nada disso funcionaria mais. E nunca mais vai funcionar.
A eleição de Bolsonaro ao Palácio do Planalto, e de seus apoiadores
a Governos de Estados e ao Parlamento Nacional, é a derrocada da “pós-verdade” (de esquerda e de direita), da depravação dos costumes (que fez derruir o Império Romano), enfim, da falsa verdade popularmente
difundida ou oficialmente consagrada.
Inverdades que se costumavam impor ao povo por meio de reputações
manipuladas, de mitológicos preceitos “politicamente corretos”, de ademanes dos
punhos de renda da política nacional. Tudo isso acabou. E o choro e ranger de
dentes que ainda se escutam são apenas estertores de resistência dos carcomidos conceitos
moribundos.

O sistema penal, as Forças Armadas, as Santas Casas de Misericórdia, as universidades públicas, os museus, os teatros, os centros de estudos e pesquisas – tudo deficitário ou até sucateado. Somente prosperam as “orcrim's”, a arte popular menor, o tráfico de drogas, a grande imprensa marrom, a corrupção e a violência no futebol, pelos cartolas desonestos e pelas ditas “torcidas organizadas”.
O Supremo Tribunal Federal (última esperança que morre) se encontra desacreditado, em face dos dislates jurídicos que tem protagonizado. Resta a confiança do povo nas Forças Armadas, no Ministério Público (pós Janot e Miller), nos juízos de primeira instância e nos tribunais ordinários da Justiça Federal – e, em última instância, na justiça superior pela clava mística de Deus Pai.
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