ACERTO
Cássio
Borges*
Na excelente coluna jornalística de Paulo
César Norões, que circulou na edição de hoje (27.03.17) do Diário do Nordeste, o
articulista comenta, no trecho abaixo reproduzido, o acerto da previsão que fiz
sobre o período chuvoso deste ano, regime pluviométrico que certamente se
repetirá em 2018.

Desde então, me apaixonei pelo tema. Um dos
nossos objetivos, visando embasar tecnicamente esses estudos era o de
determinar, dentro da série pluviométrica e fluviométrica coletadas pelo DNOCS,
então existentes, os períodos mais críticos de chuvas, objetivando
determinar a vazão regularizada do referido reservatório que, foi estimado em
11 m³/s, e até hoje, não houve qualquer contestação.
Ao contrário do Açude Castanhão, projetado (?)
pelo extinto Departamento Nacional de Obras de Saneamento-DNOS,
entusiasticamente defendido pela Secretaria de Recursos Hídricos do estado
do Ceará, sua vazão até hoje é desconhecida, ou não oficialmente reconhecida pela
referida Secretaria.
Já se falou em 30 m³/s, em 19 m³/s, em 12,3
m³/s e, em até, 10 m³/. Afinal, qual é, de fato, a vazão regularizada do Açude
Castanhão, o principal açude do estado do Ceará? Como se pode fazer gestão dos
recursos hídricos, se não se conhece a característica, fundamental, desse
açude? Cássio
O criterioso estudo hidrológico do Açude
Bnabuiú, que teve a chancela e autoria do professor Theophilo Ottoni, foi
publicado no Boletim Técnico do DNOCS, Vol. 24, de julho/dezembro de
1966.
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