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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

MONOGRAFIA - Alfabetização de Crianças Autistas (RMCC)


ALFABETIZAÇÃO
DE CRIANÇAS AUTISTAS:
CAMINHOS POSSÍVEIS
Rafaella Maria de Carvalho Cruz*



RESUMO. Configura a taxionomia do autismo – Transtorno do Espectro Autista – TEZ – e faz rápida análise acerca do tratamento especializado desse desconcerto, por parte de docentes e terapeutas, a fim de proceder à inclusão de crianças com TEZ na escola pública regular, de acordo com a LDB, no que diz respeito a alfabetização e aprendizagem. 

Conclui ser possível operar ambos os mencionados propósitos, com o emprego de técnicas e estratégias especiais, consoante arrimo buscado na literatura relativa aos vínculos entre a ora estudada psicopatologia e os citados expedientes em curso por professores e profissionais da área de Psicologia Clínica.

A alfabetização conforma uma etapa da aprendizagem humana que privilegia distintos aspectos, tanto no atinente ao desenvolvimento psicológico quanto relativamente às habilidades cognitivas da pessoa, o que corresponde a uma quadra de constantes descobrimentos e desafios. Alfabetizar crianças autistas, então, corresponde a uma considerável peleja, em razão das suas dificuldades de comunicação e interação e, em alguns casos, de seus défices cognitivos. 

Assim, no que concerne, especificamente, ao decurso do letramento de crianças com essa psicopatologia de alheamento, procede-se à seguinte indagação: considerando-se que este aprendizado ocorre na interação de estudantes com professores, que possibilidades há de os discentes autistas serem alfabetizados, haja vista seus embaraços ao tentarem operar a interatividade?

Cada vez mais, em razão das prerrogativas da LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação), que determina incluir segmentos na Educação Infantil, crianças com o transtorno ora sob exame estão sendo inseridas em escolas regulares. Do ponto de vista das turmas iniciais, destaca-se a preparação dos pequenos para o início da alfabetização, fundamental para o bom desempenho nos demais períodos de aprendizagem. 

A motivação para se efetivar este ensaio adveio do paradoxo entre o aumento da demanda de crianças autistas pela sua inserção na escola regular e os poucos conhecimentos do público em geral sobre o assunto, bem assim em razão da assertividade dos procedimentos utilizados. Acredita-se ser possível identificar critérios e metodologias que venham possibilitar a aprendizagem e a qualidade de vida dos meninos e meninas autistas. (Continua)


  
*Rafaella Maria de Carvalho Cruz é graduada em Psicologia pela Universidade Federal do Ceará. Possui formação em Gestaltterapia em Crianças e Adolescentes, e em Terapia de Casal e de Família pelo Centro Gestáltico de Fortaleza; especialista em Psicologia Clínica e Institucional pela Universidade Estadual do Ceará – UECE. Tem vários trabalhos publicados em revistas especializadas brasileiras em sua área de atuação.


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