
A Ucrânia é um país que fazia parte da União Soviética, antes próspera república agrícola e industrial, que com o fim do grande estado socialista do qual era parte, passou a viver dificuldades econômicas e políticas.
Ao perder a tutela administrativa
e financeira da Rússia, que liderava o bloco marxista, a Ucrânia ficou órfã,
aliás, a exemplo de tantas outras repúblicas, coirmãs no tempo do comunismo
soviético – inclusive a ilha de Cuba. A liberdade plena e súbita, tantas vezes
reclamada, tem sempre um efeito nefasto para os que se tornaram dependentes.
Sem o apoio russo e sem receber investimentos dos países ricos
do ocidente a Ucrânia terminou se dividindo entre os nacionais que desejavam manter laços políticos, culturais e comerciais com a Rússia, e os que preferiam
a chamada comunidade comum europeia.
Isso culminou em uma revolução civil, deflagrada há alguns dias
e que ainda está em curso, com a queda do antigo governo e a nomeação de um
substituto, que promete eleições para breve.
Esse processo levou o território da Crimeia, que pertencia à Ucrânia,
a realizar um referendum sobre se o
povo local queria permanecer anexado à esta, ou se aspirava voltar a pertencer
ao estado Russo.
O resultado da consulta popular constatou que esmagadora maioria
das pessoas da Crimeia preferia ser russa, e então o Presidente da Rússia, Vladimir
Putin, formalizou a sua nacionalização e anexação do território.
Tanto a revolução na Ucrânia quando a anexação da Crimeia pela
Rússia despertaram o interesse, a preocupação e o protesto da Alemanha, país líder
da Comunidade Comum Europeia, e dos Estados Unidos da América, que inclusive
anunciaram sanções diplomáticas contra a grande nação do norte, detentora do
maior extensão de terra no Planeta.
O diplomata foi recebido pela Decúria Administrativa da ACLJ na casa do confrade Paulo Maria de Aragão. Na imagem ao lado, da esquerda para a direita, Dmitry e os confrades Paulo Ximenes, Rui Martinho Rodrigues, Reginaldo Vasconcelos e Altino Farias.

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